Sarau Literário celebra os 100 anos da morte de Padre Dehon

Evento realizado pelo Colégio São Luiz uniu poesia, música e teatro para homenagear o fundador da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus.

Institucional

15.08.2025 - 15:28:33 | 4 minutos de leitura

Autor - Vitoria Hoffmann Rubick
Sarau Literário celebra os 100 anos da morte de Padre Dehon

Com bordados coloridos, poemas autorais e músicas que tocam o coração, o Colégio São Luiz transformou a noite desta quinta-feira, 14 de agosto, em um tributo de arte e gratidão a Padre João Leão Dehon, fundador da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus.
O Sarau Literário Dehoniano, realizado no auditório da Igreja Matriz São Luís Gonzaga, integrou as comemorações pelo centenário de sua morte e reuniu alunos, famílias e educadores em um momento cheio de arte.
A noite teve início com a apresentação dos seminaristas do Convento Sagrado Coração de Jesus, seguida pela declamação de poesias autorais dos alunos do Ensino Fundamental II, vencedoras do concurso idealizado em parceria entre as professoras de Língua Portuguesa e a equipe da biblioteca escolar.
O evento contou ainda com interpretações do grupo vocal do colégio e foi encerrado com uma encenação teatral preparada pela Pastoral Escolar. Ao final, os estudantes premiados receberam o troféu do concurso.
Para o diretor do Colégio São Luiz, padre Silvano João da Costa, celebrar padre Dehon é reconhecer sua presença na história da instituição.
“Dia 12 de agosto celebramos os 100 anos da morte de Padre Dehon. Para nós, cristãos, é a celebração da Páscoa, da morte para a vida. Trazer essa festa para o Colégio São Luiz é reconhecer que, se não fosse Padre Dehon, o colégio não existiria. Utilizamos a poesia, a música e a arte para render graças a Deus e agradecer por todas as sementes que ele semeou entre nós”.

Evento construído por várias mãos
A decoração do palco foi inspirada no aconchego das famílias. Durante as férias, os alunos levaram para casa um tecido para bordar, inspirados na frase “Só se vê bem com o coração”. O resultado foram dezenas de peças únicas e cheias de significado, usadas como cenário para o sarau.
“O bordado remete ao carinho, à união e ao servir, valores que Padre Dehon tanto pregava”, destacou Alice Hoffmann Knhis, professora de Artes.
Na música, o grupo vocal, formado por 19 crianças e jovens do 1º ao 7º ano, apresentou três canções do Padre Zezinho que retratam a simplicidade, a missão e o legado de Padre Dehon.
“Além de serem belas obras, essas músicas são orações. Quando unimos arte e espiritualidade no ambiente escolar, a mensagem se torna ainda mais forte”, destaca Jenifer Prette Jorge, professora de Música.
As professoras Kalinka de Souza e Deise Montagna, em parceria com a biblioteca, foram as responsáveis pelo concurso de poesias que envolveu os alunos do Ensino Fundamental II.
“O padre Silvano sempre sonhou com um festival de poemas, e conseguimos unir esse desejo à comemoração dos 100 anos da morte do fundador da Congregação. Os alunos ouviram a história de Padre Dehon contada pelo frater Cristiano, que se caracterizou como ele, e, inspirados por esse momento, escreveram seus próprios poemas”, contou Kalinka.
“Foi tudo feito em sala de aula, no impulso criativo do instante, e o resultado é emocionante”, completou Deise.
O frater Cristiano Schneider, coordenador da Pastoral, também foi responsável pela peça teatral apresentada na noite.
“Tudo foi preparado com muito carinho. O teatro revela talentos, aproxima os alunos da história da Congregação e transmite o amor que Padre Dehon tinha pelo Sagrado Coração de Jesus”, afirmou.
Representando o Superior Provincial da Congregação, padre Anísio José Schwirkowski ressaltou o valor do evento.
“É louvável ver nossas obras educativas reconhecendo Padre Dehon não apenas como religioso, mas como alguém que contribuiu para a sociedade. A arte toca diretamente o coração e garante que essa memória permaneça viva”.

Olhar das famílias
Para os pais Patrícia Gevaerd Muller Coelho e Daniel Appel Coelho, ver a filha Rafaela, do 8º ano, declamar sua poesia foi uma grata surpresa.
“Ela falou pra gente quando fez, mas quando leu no palco foi uma surpresa muito boa. Só temos a agradecer ao colégio por dar essa possibilidade de se apresentarem e receberem esse retorno. Foi uma festa bonita, que valoriza e oferece aos alunos a oportunidade de declamar. Uma experiência muito legal”, destacaram.
Já Juliana e Fernando Bittelbrunn, pais de Mateus, do 7º ano, ressaltaram a realização pessoal do filho.
“Ele é um menino muito especial, que se dedica muito em tudo o que faz. Quando veio a missão de escrever a poesia e se preparar para apresentar, foi uma realização para ele. Ficamos orgulhosos. O evento foi muito lindo, superou as expectativas. Ele queria muito viver essa experiência, e viveu intensamente nesta noite”, afirmaram.

 
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