Em tempos de pandemia

As adaptações do Colégio São Luiz em orientação educacional

Institucional

08.09.2021 - 14:42:45 | 3 minutos de leitura

Autor - Imprensa São Luiz
Em tempos de pandemia

A orientadora educacional, Clarice Vechi, 47 anos, chegou ao Colégio São Luiz um pouco antes das confirmações dos primeiros casos de Covid-19 no Brasil. Era dia 3 de fevereiro de 2020 quando ela assumiu este novo desafio profissional, depois de uma significativa caminhada em outras escolas do município.
“Estava me adaptando à coordenação de projetos e ainda entendendo as questões disciplinares quando as aulas foram suspensas em Santa Catarina, no dia 18 de março”, lembra Clarice.
Como todas as suas atribuições estavam ligadas diretamente aos alunos, a orientadora educacional precisou de adaptar a novas funções, contribuindo com a organização do colégio neste momento tão delicado. “Fiz a leitura de documentos que precisavam ser enviados ao Conselho Municipal e Estadual de Educação, para a renovação de nossa autorização de funcionamento, além de reunir o rol de documentos necessários”, relata.

Adaptação
Como boa parte das pessoas, Clarice imaginou que o fechamento das escolas se estenderia apenas por algumas semanas. No entanto, a medida se alongou até o final do ano. E, com a carga horária reduzida, a orientadora educacional passou a dar suporte aos alunos com deficiência ou demais transtornos de desenvolvimento, na adaptação ao ensino remoto. “Adaptamos materiais, a forma de avaliação e o atendimento individualizado”, conta.
No mês de outubro, Clarice voltou à carga horária completa, agora com a missão de coordenar uma equipe responsável pela elaboração do Plano de Contingência, já vislumbrando a reabertura do colégio e o retorno dos alunos. Em permanente contato com os órgãos públicos, ela monitorava a atualização emitida através de portarias e decretos, que discorriam sobre a organização de ambientes escolares. “Chamamos, inclusive, a Vigilância Sanitária, para nos orientar e avaliar se o procedimento adotado estava correto. Nosso compromisso era com a segurança de professores e alunos”, afirma Clarice.
Em fevereiro deste ano, quando as escolas voltaram a receber alunos no Estado, a orientadora educacional destaca que o retorno foi mais tranquilo do que o esperado. Para ela, a família assumiu um papel importante na conscientização dos filhos sobre a necessidade do uso de máscaras e do distanciamento social.
Hoje, passada a fase mais crítica da pandemia, Clarice finalmente desempenha 100% do cargo ao qual fora designada antes da chegada da Covid-19. Ela orienta professores e adapta currículos para alunos com laudos médicos, atua em casos de indisciplinas e coordena a equipe de monitores.
“A lição deste último ano é de empatia, de se colocar no lugar do outro e, especialmente, das famílias. E a palavra que define o que vivi é superação. Larguei minha zona de conforto e parti em busca de um novo desafio, sem imaginar o que iria acontecer. Superei inseguranças e o medo que me assombrava. Aprendi que sou capaz de superar e ir além”, revela. 

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